Entenda como uma associação de proteção veicular garante seus fundos financeiros

No Brasil, segundo os dados da AAAPV (Agência de Autorregulamentação das Associações de Proteção Veicular e Patrimonial), a modalidade mais comum de proteção veicular em forma de socorro mútuo ocorre através das associações, constituídas para ratear entre os membros os custos das operações.

Essas operações são realizadas entre os associados todos os meses. Apesar de a adesão à associação ser por prazo indeterminado, a contratação do benefício de proteção veicular encaixa-se num sucessivo, ou seja, mês a mês.

Há uma previsão legal para associações no Código Civil que garante a legalidade assistencial do socorro mútuo. Essa é a principal diferença do rateio entre os associados e o fundo garantidor das cooperativas de proteção veicular.

Nas cooperativas é possível que seja realizada a divisão dos custos das operações pelo sistema de rateio entre os cooperados. Mas, nesse caso, não se estaria extraindo a essência do cooperativismo: os fundos.

Além do mais, como o cooperado adere à cooperativa pelo prazo de um ano, a administração das operações por intermédio de fundo torna-se ainda mais transparente e equilibrada com os demais cooperados.

Assim, sabendo-se antecipadamente que o cooperado ingressará na cooperativa pelo prazo de um ano e o bem que será protegido, mostra-se viável ao ato de “precificação” do custo pela operação anual, naturalmente, variando-se para cada especificidade de cada cooperado (modelo do carro, ano de fabricação e fabricante, por exemplo, que garantem a efetivação de uma assistência ágil e eficaz).

 

Sobre a lei específica:

 

Segundo Marco Antônio Vieira, advogado especialista em Processo Civil e Gestão de Cooperativas, a lei específica e própria para as cooperativas estabelece a instituição obrigatória de apenas dois fundos:

I – Fundo de Reserva destinado ao reparo e assistência a perdas e atendimento ao desenvolvimento de suas atividades, o que constitui 10% (dez por cento), pelo menos, das sobras líquidas do exercício;

II – Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, destinado à prestação de assistência aos associados, seus familiares ou dependentes e, quando previsto nos estatutos, aos empregados que prestam serviço à cooperativa, constituído de 5% (cinco por cento), pelo menos, das sobras líquidas apuradas no exercício.

Contudo, nada impede que sejam criados outros inúmeros fundos que sirvam ao pleno desenvolvimento das atividades das cooperativas de proteção veicular.

Dentro do segmento associativista há a possibilidade de prestação de assistências a fundos específicos, tais quais: assistência a troca de vidros, danos a terceiros, possibilidade legal de não cooperado usufruírem dos produtos e assistências da cooperativa como roubo, furto, colisão, danos irreparáveis (perda total), descontos, vantagens e benefícios extras, etc.

Há, ainda, a possibilidade de se criar um fundo de propósito específico e temporário. Caso a Assembleia Geral da cooperativa decidir adquirir imóvel para funcionar como sede, cria-se fundo específico só para essa aquisição, por exemplo. Após a compra do imóvel, o fundo é extinto.

 

Como funciona uma Central Cooperativista:

 

A prestação de benefícios mútuos também está presente entre as próprias cooperativas. Se várias delas se unirem e fundarem uma Central Cooperativista, poderão decidir pela criação e regulamentação de um fundo garantidor de socorro mútuo para as integrantes da Central, o que integra um modelo semelhante ao lastro garantidor depositado pelas seguradoras na Susep (Superintendência de Seguros Privados).

É importante ter o pleno entendimento que para cada um dos fundos existentes na cooperativa, assim como na Central Cooperativista, se faz necessário a elaboração e publicação de regulamentos, dispondo de forma clara e objetiva sobre a forma de utilização: quem pode aderir, usufruir e, até mesmo, como se dará a dissolução.

Criados os fundos, ao final de cada exercício fiscal, apuram-se as perdas e ganhos. Havendo sobras, a porcentagem é encorpada aos fundos legais obrigatórios e, por fim, o restante é dividido na proporção das cotas que parte de cada um dos cooperados que, estando adimplentes com suas obrigações sociais e contratuais, serão beneficiários da distribuição das sobras de cada um dos fundos. Ou seja, o cooperado é um associado da cooperativa de proteção automotiva.

 

A filosofia da Facility:

 

Nossa empresa persegue a qualidade para estar entre as melhores associações de benefícios, onde a confiança, a credibilidade e a transparência apareçam sempre em primeiro lugar para alcançar cada vez mais a excelência, fidelizar o associado, manter parcerias e ir buscar novas.

O associado pode usufruir de serviços especiais, como assistência residencial, assessoria jurídica, assistência saúde 24 horas e também do Clube de Vantagens Facility, com mais de 80 empresas credenciadas.

Para ser sócio, não há burocracia. Para a Facility não interessa o seu perfil, CEP, SPC, Serasa, nada disso. Qualquer pessoa habilitada pode conduzir o veículo.

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2018-04-27T15:24:18+00:00