Direção e celular não combinam

Os acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país. Em 2017 no Brasil, 35,4 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito e 182.838 foram internadas. Os gastos com as internações foram de R$260,8 milhões. Além das sequelas emocionais, muitos pacientes ficam com lesões físicas, sendo as principais consequências amputações e traumatismo cranioencefálico.

Sendo assim, O Ministério da Saúde divulgou dados que servem de alerta: cerca de 19,5% da população das capitais brasileiras admite utilizar o celular enquanto dirige.

A proporção mostra que a cada 5 indivíduos, pelo menos 1 comete este ato que, além de perigoso também já é classificado como “infração gravíssima” pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A infração por uso de celular ao volante pesa R$ 293,47 no bolso do condutor, além de sete pontos anotados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

Apesar de ser um valor alto, (29,4% do salário-mínimo vigente) na prática, os números não intimidam o mau comportamento.

As capitais que apresentaram maior percentual de uso de celular por condutores foram Belém (24,1%), Rio Branco e Cuiabá (24,0%), seguidos de Vitória (23,7%), Fortaleza (23,5%), Palmas (22,4%), Macapá e São Luís (22,6%). Por outro lado, as capitais com menor uso de celular durante a condução de veículo foram: Salvador (14,2%), Rio de Janeiro (17,2%), São Paulo (17,4%) e Manaus (18,0%).

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), usar celular enquanto dirige aumenta em 400% o risco de acidentes. Digitar mensagem reduz muito o tempo de reação. As multas por usar celular ao volante, no entanto, seguem aumentando.

Portanto, o trabalho de conscientização precisa ser constante!
Conscientize quem você ama!
E se você é motorista, não comprometa sua atenção ao volante, dirija com responsabilidade!

2019-10-30T09:45:58+00:00