Lei da Cadeirinha

Ninguém entende mais de proteção do que as mães. Quer ver então quando se trata de mães ao volante: todo cuidado é pouco para se fazer do trânsito um lugar mais seguro para seus filho e melhor para todos.

Por isso foi tão rapidamente aceito o uso da cadeirinha, imposto como lei, por motoristas de todo o Brasil. Ainda não é uma verdade absoluta, ainda há muitas pessoas dando um jeitinho ou fingindo que a lei não existe. A consequência são multas mais rigorosas.

São várias as dificuldades ao se dirigir, aumentar a segurança das crianças não pode ser uma.

Trânsito congestionado - cidade grande

                                     Trânsito Congestionado

Trânsito difícil

Muitas coisas são complicadas no Brasil (sistema de saúde, qualidade da educação pública, segurança), mas é difícil de decidir um mais complicado que a mobilidade urbana. Em resumo, nossas estradas são péssimas e os motoristas são despreparados.

E o despreparo não significa diretamente falta de capacidade, ou mesmo estudo nas autoescolas. O trânsito nos coloca em situação em que é muito difícil ter treino prévio, tudo é potencializado pelo estado das estradas e rodovias, tudo piora quando chove. Para completar esse quadro dantesco, acrescenta-se um pouco do muito estresse que os motoristas têm em ter pressa para ficar parado no congestionamento.

A consequência direta é a quantidade de acidentes. Os motoristas ficam estressados, reclamam do governo, trabalham menos, mas isso são consequências menores. Quando há o acidente, mesmo sem danos físicos, os danos psicológicos são o suficiente para nos preocuparmos com os números. Só a cidade de São Paulo registra cerca de três vítimas fatais por dia relacionadas a acidentes de trânsito.

A maior causa disso tudo é a combinação de embriaguez mais velocidade ao volante, ou seja, irresponsabilidade. 80% dos casos de acidentes no Brasil têm estas causas.

E é por esse trânsito que transportamos nossos filhos nos automóveis.

A lei da cadeirinha

Nós costumamos falar sobre a lei da cadeirinha, foi assim que ficou conhecida e que foi divulgada pela mídia interpretação do Contran sobre um artigo do CTB. Para

esclarecer as siglas, Contran é Conselho Nacional de Trânsito e CTB é o Código de Trânsito Brasileiro. Vamos ver o artigo 168 do CTB:

Art. 168. Transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas neste Código:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

Esse é o código que todo motorista brasileiro, ou dirigindo no Brasil, tem que seguir. O que acontece é que são feitas mudanças no código para deixá-lo mais atualizado, com foi o caso da Lei nº 13.281, maio de 2016. E pensar que o cinto de segurança em algum momento não foi obrigatório, por exemplo.

O mesmo se aplica às cadeirinhas. Em algum momento elas não foram obrigatórias, alguns país usavam porque achavam conveniente ou porque se sensibilizaram com campanhas publicitárias. A cadeirinha se mostrou importantíssima para a segurança das crianças nos automóveis, então o governo tomou a atitude que vence campanhas publicitárias: tornou a cadeirinha obrigatória.

Mais uma coisa para comprar, mas…

Aumento do rigor na fiscalização

…., mas quando se trata da segurança das crianças, vale a pena pesquisar o melhor preço na internet, conferir promoções, se reunir com outros pais para fazer compra coletiva.

A multa por não cumprir a lei, essa sem dúvida, essa tem preço. E é salgado. Desde maio de 2010, quando a lei da cadeirinha entro em vigor, o preço da multa foi reajustado algumas vezes. O reajuste mais recente foi em 2016, quando o valor passou para R$ 293,47. Para quem não cumpre a lei, ainda é pouco.

Pode parecer exagero dizer que ainda é pouco, mas ao ler o que vem agora você vai concordar comigo: as mortes de crianças no trânsito caíram 36% na última década, e o principal responsável por isso foi o aumento do uso da cadeirinha. A matéria que nos fornece esse dado explica também que: “De acordo com a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), crianças nessa faixa etária devem

viajar no banco traseiro usando cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente – bebês de até um ano de vida têm que estar em bebê-conforto ou conversível, de um a quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos em assento de elevação.”

Tipos de Cadeirinhas

Como comprar o melhor produto? A primeira coisa é qual é a altura, idade e o peso das crianças. Com esses dados em mãos, você pode se utilizar duas tabelas de dados para escolher a melhor cadeirinha.

De acordo com o Contran, leva em conta a faixa etária:

· bebê conforto deve ser usado por crianças de até 1 ano;

· cadeirinha deve ser usada de 1 a 4 anos;

· assento de elevação é para crianças de 4 a 7 anos e meio;

· banco de trás, só com cinto de segurança, é indicado às que têm de 7 anos e meio a 10 anos, com 1,45 m de altura, no mínimo.

Já o Inmetro relaciona os três dados fundamentais, separando as crianças por grupos:

· grupo 0: crianças de até 10 kg, 0,72 m de altura, 9 meses;

· grupo 0+: até 13kg, 0,80 m de altura, 12 meses;

· grupo 1: de 9 kg a 18 kg, 1m de altura, 32 meses;

· grupo 2: de 15 kg a 25 kg, 1,15 m de altura, 60 meses;

· grupo 3: de 22kg a 36 kg, 1,30 m de altura, 90 meses.

O preço, como foi dito antes, pode ser matizado por algumas estratégias, como comprar coletiva.

Quem entende de proteção

Quem realmente entende de proteção veicular é a Facility. Facility é uma associação de benefícios, onde o bem-estar dos associados é o ponto fundamental. A serie de vantagens econômicas que se tem ao fazer parte da Facility são um alívio para seu bolso no final do mês, podendo assim investir em outras coisas. Seja uma viagem, seja uma cadeirinha maior para seu filho que continua crescendo.

Faça uma simulação de como seria a proteção do seu veículo. É bastante fácil, é só clicar aqui e preencher alguns dados. Ao fim, a boa descoberta de que quem tem Facility, tá tranquilo.

2017-08-28T14:21:31+00:00