Os custos de um carro

O Brasil atualmente vive um difícil momento financeiro. Porém, as crises não esperam por ninguém e o cidadão tem que continuar enfrentando a rotina e seus desafios. Nas cidades modernas, um desses principais desafios veio a ser os meios de transporte, que se tornaram essenciais para o trabalho, estudo e lazer.

É por isso que é importante se manter adaptável, saber mudar os seus padrões de comportamento para garantir que mesmo nesses dias difíceis ainda se tenha condições de realizar suas tarefas e desfrutar do seu tempo livre. Por esse motivo, preparamos esse texto sobre os custos associados a ter um veículo, assim como agir para reduzi-los e facilitar a sua vida.

O preço de um automóvel

O primeiro custo do automóvel é o mais visivelmente alto deles, que é o custo de compra. Um carro novo e do modelo do ano vai ter um custo mais alto que antigos ou seminovos, mas traz maior tranquilidade e confiabilidade. Alguns dos modelos de maior vendagem no Brasil, como o Gol da Volkswagen ou o HB20 da Hyundai tem, em média, valores que oscilam entre R$ 33mil e R$ 56 mil e R$ 41 e R$ 55 mil respectivamente. Esses valores são influenciados por diversos fatores, como custos de produção, impostos e margem de lucro da montadora, e também vão ser definidos pelo modelo e quais acessórios o consumidor quiser incluído com o veículo.

Depois de comprado, o condutor tem que se preocupar com os custos fixos do automóvel. Esses incluem o combustível, proteção veicular, manutenção e impostos. A manutenção do carro deve ser feita de forma regular, contribuindo para o bom funcionamento do veículo, para a eficiência de consumo de combustível e reduzindo o risco de o carro precisar de uma visita mais cara ao mecânico. É importante respeitar as datas de revisão estabelecidas pela montadora. O barato pode sair mais caro depois.

Nos impostos encontramos principalmente o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores, mais conhecido como IPVA. Esse é o imposto recolhido pelo Estado, então cada Unidade Federativa é que determina a alíquota do imposto baseado no custo de venda do carro. Então automóveis com preço venal menor possuem menor IPVA. Esse valor é repassado do estado ao município onde o veículo está registrado.

O assunto do combustível esteve recentemente nas notícias de todo o país devido à alta no preço referente ao aumento de dois impostos que incidem sobre a gasolina: o Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Mas como o aumento dessas taxas impactam o dia a dia do motorista?

O impacto da alta do combustível no consumidor

O governo federal afirmou que aumentou a alíquota destes dois impostos para aumentar em 10,4 bilhões de reais a sua arrecadação e assim cobrir buracos no seu orçamento deficitário. O governo informou que esse aumento nos tributos representará uma alta de 41 centavos no litro da gasolina e de 21 centavos no litro de diesel. Esses aumentos também incrementaram a alíquota sobre o etanol para o produtor de 12 a 13 centavos, e para o distribuidor de 0 para 19 centavos.

Mas, como você já deve ter percebido, o impacto real dessa alta não acontece de forma uniforme. Isso se deve ao fato de que são os distribuidores e postos de gasolina que decidem o quanto do tributo vão repassar ao consumidor. Por isso os preços entre diferentes postos são variáveis. Alguns decidem reter mais o prejuízo, enquanto outros transferem ele para o consumidor final. Essa diferença mostra a importância de se manter atento e pesquisar suas alternativas antes de abastecer. Uma economia de poucos reais por tanque se torna uma quantia significativa ao longo dos anos.

Como economizar em tempos de crise

Dentro da nova realidade imposta pelo aumento de impostos, o condutor tem que saber se adaptar. A primeira forma de melhorar o uso do seu dinheiro é se manter mais bem informado sobre ele. Isso inclui colocar todos os seus gastos na ponta do lápis. Seja em uma folha ou em uma tabela no computador, já que manter dados com os seus gastos facilita entender onde você está colocando o seu dinheiro e onde há uma margem para a redução de gastos.

A segunda é dirigir de forma mais eficiente. Isso inclui utilizar a marcha correta, evitar mudanças brusca de velocidade e arrancadas violentas. Esses detalhes pequenos se acumulam e resultam em um carro mais “bebedor” que o necessário. Utilizar o ar condicionado também influencia no consumo, assim como o peso sobre o veículo. Você pode não perceber, mas o que está no seu porta-malas influencia quanto você gasta com gasolina.

Como já dito acima, levar o seu veículo nas revisões e mantê-lo bem cuidado influencia o consumo dele. Se quiser que ele se mantenha eficiente no uso de combustível, faça as revisões e as manutenções preventivas quando necessárias.

Participando de uma associação de benefícios

Existem muitas formas de garantir o bom-funcionamento e a eficiência do seu veículo, mas essas muitas formas geram muitas preocupações. Afinal, você vai ter que se preocupar com o estado do carro, sua manutenção, a sua proteção veicular, o combustível e com os impostos. Quem sabe há uma maneira de facilitar tudo isso? Há sim. É esse o caso de uma associação de benefícios.

Elas são associações nas quais os associados tem direito a uma gama de benefícios em virtude de estarem associados com ela, tais como auxílio médico, jurídico, acesso a prestadores de serviços e proteção veicular. Essa proteção inclui acesso a guinchos, proteção contra roubos, furtos, danos materiais ao veículo e danos pessoais, assim como outros benefícios emergenciais que são decisivos em momentos delicados.

Associações de benefícios como a Facility existem para esse propósito: facilitar a vida dos seus associados. Seja mantendo a tranquilidade nos momentos calmos ou prestando ajuda nos momentos turbulentos, a Facility serve para tranquilizar os seus associados através de serviços de qualidade, prestados com rapidez e sem custos exorbitantes. Proteger o seu veículo é proteger você e quem você ama.

2017-08-15T13:20:14+00:00