Causas de Acidente

De acordo como site transitobr.com.br, que pode ser acessado clicando aqui, há uma gama muito variada de causas de acidentes no trânsito. Pode-se fazer a seguinte divisão: 75% dos acidentes são causados por falha humana, 12% por problemas mecânicos nos veículos, 6% por problemas nas vias e, ao fim, 7% dos acidentes são causados por motivos diversos.

São estatísticas claras e que não melhoram nosso ânimo em relação ao trânsito brasileiro. Parece que os nossos culpados habituais, como o governo e as estradas, tem responsabilidades maiores em outras áreas.

Dando continuidade ao texto, trataremos de três motivadores das falhas humanas.

“Vai que dá!”

Aproveitar aqueles breves instantes enquanto o sinal amarelo não está vermelho; quase laranja, muitas vezes, mas ainda não vermelho… Não seguir as placas de trânsito ou as listras pintadas no asfalto. Sair dirigindo em velocidade considerável e só depois colocar o cinto enquanto digita ao celular.

A primeira causa que vamos debater é a imprudência. Exemplos cotidianos são muitos, tanto que iremos tratar deles no futuro. Em grande medida, existem tantos exemplos de imprudência porque esta é uma palavra genérica sob a qual se agrupam diversos fatores. Cujas consequências, infelizmente, são vistas no trânsito brasileiro.

A palavra imprudência está ligada, contudo, à imagem que o motorista tem de si mesmo e do veículo que ele está dirigindo. Quando esta imagem é exagerada, quando ela extrapola a realidade, excessos são cometidos no trânsito e depois vira tudo acidente. Pensar que as habilidades de motorista são maiores do que realmente são ou confiar demais na propaganda que levou à compra do carro distorcem as reais habilidades de cada um dos envolvidos.

Neste parágrafo final, lembraremos da imprudência que envolve pedestres. Não custa tanto andar mais quinze ou vinte passos para atravessar na faixa, embora o que se veja seja exatamente o contrário.

“Mas eu estou me sentindo tão bem… em perfeitas condições!”

Uma semana inteira de trabalho ou o encontro com pessoas tão queridas que há tempos não eram vistas. Quer motivos melhores para um happy hour? O próprio happy hour em si, onde acabamos por fazer novas conexões, tanto em relações sociais quanto profissionais.

O problema é como levar o carro de volta para casa, depois. Como o governo federal não encontra um meio termo, ou seja, não conseguiu decidir até que ponto a gradação de álcool no sangue altera as capacidades motoras, instituiu a tolerância zero. Bebeu? Volte para casa de táxi, carona, ônibus, uber…

Nem todos os motoristas pensam assim. Sentir-se bem para dirigir pode ser um dos sintomas da euforia causado pelo consumo de álcool, sem o real entendimento das capacidade motoras e cognitivas. Como a resposta física fica reduzida, o carro fica mais difícil de dirigir.

Álcool e direção é a maneira mais corriqueira e, em larga medida, mais barata do problema. Há, contudo, outras situações, como o uso de medicamentos. É sempre bom ler a bula do remédio que se está tomando e se lá indicar que não se deve dirigir, vale a pena seguir a orientação do papel. Um bom conselho que não é de graça, está cobrado juntamente com o valor do medicamento.

“Mas que trânsito dos infernos … mas que coisa!!!!”

No trecho acima, demos debate ao uso de álcool e medicamentos em relação aos seus efeitos colaterais ao trânsito. Não podemos esquecer das bebidas energéticas e de outros estimulantes facilmente encontrados nos bares e festas. Com o nível de adrenalina aumentado, as repostas não ficam só mais ágeis como também mais bruscas e violentas. Em um futuro próximo, os bafômetros vão passar a medir o consumo de bebidas A energéticas também… parece coisa de filme!

O terceiro e último tópico que vamos abordar é o estresse. Pode ser momentâneo, causado pelo estímulo em excesso de bebidas ou pelo ambiente. A outra forma, aquele tipo de estresse que vai se acumulando dia a dia, hora a hora, segundo a segundo, é bem pior. É pior porque não se tem como medir e, também, porque afeta muito mais pessoa que a primeira forma.

O estresse acumulado afeta principalmente as pessoas que estão no dia a dia do trânsito. Casa para o trabalho, buscar os filhos na escola, ter de estacionar para fazer compras. Em um momento de desatenção ou em um estouro de fúria contida, a imprudência vence o bom-senso, e quem perde é a segurança dos indivíduos. Triste, mas é verdade.

Palavras de meu pai

Meu pai foi caminhoneiro por muitos anos, bem na época que passava a série “Carga Pesada” na TV. Acumulou prática e habilidades de motorista que traz consigo ainda hoje, época em que não dirige mais caminhão. Perguntado porque parou com a boleia, se era medo da estrada, costuma responder: “Eu tenho medo é dos outros motoristas.”

Ele sempre falou da imprudência dos outros, nesse sentido é a frase. Na época dele, não exista as comodidades e vantagens da Facility, às quais você tem acesso e benefícios. Na dúvida, faça uma simulação clicando nesta frase em azul.

Têm Facility? É prudente.

2017-11-28T14:24:04+00:00